Quais as características de uma marca cool?

Filed Under (Sem categoria) by admin on 23-04-2012

Quais as características de uma marca cool?

Empresas como Apple, Nike e Havaianas apresentam atitudes em comum, como a criação de uma identidade forte e a coerência em suas ações para se diferenciar da concorrência

Quais são as características que podem fazer uma marca ser considerada cool? Mais do que atrair a atenção dos consumidores com produtos ou comunicação diferenciada, é preciso estar antenado às tendências da sua época, contar sua própria história e ser autêntico acima de tudo. Esses são alguns dos tópicos apontados pelo levantamento “12 dicas para tornar a sua marca mais cool”, elaborado pela agência Pitanga Digital Branding, para compreender quais são os atributos em comum das marcas que se encaixam neste perfil.

Estes requisitos podem ser observados na estratégia de empresas consagradas globalmente como Nike e Apple, mas também estão presentes em marcas brasileiras, como O Boticário e Havaianas. Essas companhias perceberam que era necessário dar atenção não somente aos produtos, como também a detalhes que fazem a diferença, e conquistam os consumidores sabendo criar uma ligação emocional com os seus públicos-alvos.

Antes de tomar qualquer atitude, as empresas devem procurar compreender o que é ser cool. “O conceito tem uma elasticidade ampla de significados, podendo se referir à criação de uma identidade forte, ao desejo de se diferenciar ou à busca pela surpresa, explorando os cinco sentidos dos consumidores. Mas o valor que sobressai nesse conjunto é a procura pela contemporaneidade”, explica Beth Furtado, Sócia-Diretora da ALIA Consultoria de Marketing, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Apenas prometa o que pode cumprir
Entre os pontos abordados pelo estudo, a capacidade de identificar o fator de sucesso da marca é apontada como um dos primeiros elementos em comum. Este item está profundamente ligado à questão da originalidade e identidade da companhia. Em seguida aparece a missão básica de cumprir a promessa de entrega ao consumidor, evitando gerar frustração.

“As empresas bem sucedidas só prometem aquilo que podem cumprir. Este é, talvez, o maior desafio para as marcas. É preciso se preocupar em passar mais do que uma boa imagem, confirmando esse compromisso com ações efetivas”, ressalta Camila Pinheiro, Fundadora eCEO da Pitanga Digital Branding, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Além da preocupação com a entrega, as companhias que quiserem se destacar da concorrência e chamar atenção devem saber criar mensagens claras e desenvolver um vocabulário próprio. Um exemplo clássico – e bastante claro – é o da Apple, que usa “i” na frente do nome de todos os seus produtos. Esta iniciativa ajuda também a fortalecer e consolidar a identidade da marca.

Empresas ainda não dão atenção aos detalhes
Para ter suas marcas consideradas cool, ações estratégicas e de planejamento são necessárias, como a criação de um brand book. “Muitas empresas deixam de lado esse importante item, pagando o preço quando mudam de prestadoras de serviços, como as agências ou assessorias de imprensa, perdendo tempo ao repassar as informações aos novos parceiros”, afirma a CEO da Pitanga Digital Branding.

A atenção aos detalhes também é um fator importante e que pode ser avaliado como um diferencial das marcas consideradas cool. “Este é outro ponto em que as empresas pecam bastante. Faltam preocupação e investimentos em materiais de comunicação e fotografias, além de haver certo descaso com o design. Algumas companhias não compreenderam que estes detalhes representam a presença da marca nos diversos locais onde ela está presente”, reforça a CEO da agência.

O conhecimento da concorrência deve ser uma preocupação constante na agenda das empresas. É preciso observar os movimentos do mercado e dos players para saber como criar os elementos de diferenciação. Com base nesses dados, é possível surpreender o consumidor com experiências únicas, como no ponto de venda ou por meio da realização de eventos próprios.

Os serviços também são uma forma de agregar valor à marca e gerar experiência. Foi o que fez a Unilever para a Seda, em 2009, ao criar o Seda Urban Salon, proporcionando às consumidoras aulas sobre beleza, tratamento para os cabelos e dicas de maquiagem gratuitamente. A ação fez parte do reposicionamento de Seda e pretendia atrair a atenção do público interessado em cuidados com o visual, além de gerar interação com a marca.

Ser cool é não seguir regras
Proporcionar experiências e criar uma identidade forte, no entanto, não bastam para fazer crer que uma marca é cool. O storytelling, por exemplo, é uma ferramenta em potencial e pode colaborar no processo. Mas deve-se tomar alguns cuidados ao usar o conceito para se comunicar. “O público-alvo geralmente procura uma figura humana nas marcas para se relacionar e as empresas podem tirar vantagem disso. Apenas é preciso saber escolher a figura certa, como o fundador, pois ele resgata o passado. A escolha de outro personagem de dentro da companhia para representar a marca pode acarretar problemas caso esse funcionário se desligue da empresa”, ressalta Camila, da Pitanga Digital Branding.

Encontrar um nicho é outra ação comum às marcas cool. Elas souberam focar em determinado público para depois iniciar um processo de expansão maior. A ação permite que os consumidores ajam como influenciadores e propaguem os valores da marca espontaneamente. A partir desse momento, é preciso dialogar com a linguagem usada pelo grupo, para fazer com que a mensagem da marca seja fortalecida e permaneça por mais tempo na memória desses consumidores.

O Brasil também tem caminhado nessa direção. “Marcas como Do Bem e Chilli Beans têm realizado um trabalho interessante nesse sentido, buscando inovar dentro da categoria com atitudes que apresentem uma inquietação em relação à sua época e acompanhando as mudanças de seus targets”, exemplifica Beth Furtado.

Seguir regras, entretanto, não é um paradigma para tornar uma marca cool. “Ser cool é exatamente fugir do trivial, da rotina. É buscar a inovação a todo o tempo e surpreender os consumidores. Ser cool não implica em seguir um roteiro específico. A melhor medida para saber o quanto uma marca pode ser descolada é identificar o quanto as pessoas têm vontade de estar próximas a ela”, explica Jaime Troiano, CEO do Grupo Troiano de Branding, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Por Cláudio Martins, do Mundo do Marketing | 12/04/2012

Mídia Ambulante – Publicidade na Rua

Filed Under (Sem categoria) by admin on 16-02-2012

Os anúncios publicidades nas ruas, embora quase totalmente ignorados pelos urbanistas, constituem uma contribuição (bastante óbvia e frequente) para a paisagem urbana. Torna-se muito difícil, folheando os desenhos de perspectivas de possíveis cidades novas, encontrar qualquer referência à publicidade. E no entanto esta parece ser, no meio de tanta coisa, a contribuição mais importante do século XX para a paisagem urbana.
No Brasil, denomina-se mídia exterior o conjunto de meios (suportes) que veiculam peças publicitárias. Fachada, totem, front-light, backlight, painel digital, triedro, empena, topo, relógio/termômetro, letreiro luminoso, placa de esquina, painel rodoviário e outdoor compõem a mídia exterior.
Interessante: no Reino Unido, segundo estudo recém divulgado, o canal de divulgação publicitário mais eficiente para o negócio de jornais e revistas é a propaganda exterior (cartazes, outdoors, panfletos etc). Para cada libra investida, esse meio retorna 1,29. Todas as outras mídias pela ordem TV (0,77), impressos e rádio (0,50) e internet (0,39) dão prejuízo.
Algumas observações sobre esses dados: aBrand Science, responsável pela pesquisa, é uma empresa de marketing que tem entre suas especialidades justamente ações exteriores. Mais: a íntegra do trabalho não foi divulgada, e há dúvidas sobre sua abrangência e metodologia.Ainda: jamais compare Brasil e Reino Unido ou outro país europeu.
Se você, publicitário, for criar campanhas publicitárias nas ruas pense em algo divertido e inovador, impactando assim muito mais o consumidor do que as campanhas que sempre vemos na TV, Anúncios gráfico e on-line. A interação com a campanha é sempre o essencial para que o consumidor consiga ter os resultados necessários para poder criar outras campanhas do nível. Veja abaixo 20 campanhas publicitárias que tiveram certo impacto quando apresentados. Cada qual interagindo conforme o produto ou serviço das empresas envolvidas.

Fonte: galodoporão

Quer fazer parte do nosso casting?!

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Estamos selecionando pessoas criativas e com atitude para fazer parte da nossa equipe. Blitz, abordagem, recepção e os mais variados eventos.
Para Curitiba e região venha fazer um cadastro pessoalmente de segunda a sexta das 9 às 18:00 horas, na Rua Almirante Gonçalves, 1215 – Rebouças – Curitiba/PR.
Para mais informações: (41) 3333-7030

Para o estado de Santa Catarina, procuramos pessoas multidisciplinares, criativas, exigentes e inquietas.
Interessados deverão encaminhar o material com mais três fotos para liandri@promovabr.com e camila@promovabr.com

Para Porto Alegre os interessados deverão entrar em contato pelo e-mail  rhpoa@promovabr.com ou comparecer pessoalmente em horário comercial no nosso endereço: Av. Senador Annibal Di Primio Beck, 400 – Bairro Boa Vista – Porto Alegre/ RS.
Informações pelo telefone: (51) 3024.1520.

No Rio de Janeiro também estamos cadastrando promotores, ambos os sexos, maiores de 18 anos, para trabalhar conosco em eventos que produzimos para os nossos clientes.
Dedicação, comprometimento, pontualidade, dinamismo, simpatia e boa aparência são algumas das características que procuramos em futuros colaboradores!
Se você quer fazer parte da nossa equipe e/ou conhece alguém que possa se interessar, mande seu currículo com mais três fotos para promovarj@promovabr.com
Contato: (21) 2205-7881.

A Promova I.D.E.I.A.S. vem atuando no marketing promocional com grande ênfase na região Centro-Oeste, oferecendo soluções inovadoras, muita criatividade e conteúdo.
Aos interessados em fazer cadastro conosco em Brasília e região, deverão comparecer de segunda a sexta das 9 às 12:30 e das 14 às 17 horas. Os candidatos deverão levar em média três fotos pra cadastro.
Endereço: SEPS, 710/910 – Ed. Via Brasil – sala 320 Torre A – Lote C\D – Cep: 70390-180.

Como fazer eventos com menos impacto ambiental, social e econômico!

Filed Under (Sem categoria) by admin on 07-02-2012

Planejamento estratégico das empresas e organizações deve focar em medidas de engajamento do público, minimizar transtornos ao entorno e deixar um legado para as comunidades afetadas.

Promover relacionamento com o público, divulgar uma marca e desenvolver setores da economia brasileira são os principais objetivos da indústria de eventos no país. Grandes projetos, no entanto, geram também enormes impactos ao meio ambiente, à sociedade e à economia. As grandes empresas já se preocupam com os danos causados e tentam minimizá-los, no entanto, com o crescimento do conceito no mercado, as companhias procuram seguir medidas simples para se posicionarem como sustentáveis.

Com o intuito de auxiliar os organizadores neste processo, a ABNT Brasil instituiu a norma ISO 20121. A medida estará vigente a partir de junho deste ano e não será obrigatória, porém trará diretrizes para os gestores de produção, oferecendo soluções para as empresas desenvolverem a sustentabilidade em eventos, propondo mudanças em todas as etapas de planejamento.

“As propostas são de que os impactos causados tanto na questão ambiental quanto social e econômica sejam medidos pelas empresas e também pelos stakeholders, que são os fornecedores, organizadores, patrocinadores, público visitante e os participantes. Desejamos que todos os envolvidos possam medir quais os impactos causados nestas três áreas e tentem minimizar os danos das ações”, declara Daniel de Freitas, Diretor de Sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Eventos (IBEV), em entrevista ao Mundo do Marketing.

Conscientização e engajamento de todos os envolvidos
Uma das preocupações abordada nas diretrizes do ISO 20121 é o engajamento do público e dos participantes nos eventos. É necessário que as empresas transmitam a conscientização de que os ouvintes e os palestrantes fazem parte do projeto de sustentabilidade e não são apenas agentes passivos no processo. Os visitantes estão incluídos nos impactos desde a forma como escolhem comparecer à programação, se pensam no desperdício de combustível e optam pelo transporte público ou a bicicleta.

Os fornecedores também estão envolvidos na ação. Recrutar profissionais e utilizar materiais próximos ao local do evento são formas de cortar custos e diminuir os poluentes no ar. A realização da apresentação e as embalagens utilizadas fazem parte de uma gama de informações que precisam ser avaliadas ao longo do processo de planejamento. “As lixeiras de coleta seletiva, por exemplo, servem para a empresa realizar a divisão de materiais orgânicos e recicláveis, mas se o participante do evento não colabora colocando o lixo no lugar certo, a iniciativa não cumpre o seu objetivo. É preciso, portanto, conscientizar o público de que ele é parte do procedimento”, afirma Freitas.
O engajamento das comunidades também está relacionado ao legado que os eventos deixam para a região. “Uma empresa realizou um evento fora dos seus domínios e queria montar um cenário. A companhia escolheu contratar uma ONG de artesãos locais e o cenógrafo da empresa treinou os trabalhadores da comunidade, que montaram todo o projeto. Os custos foram bem menores do que se chamassem profissionais de outra cidade e ainda gerou um impacto positivo, pois deixaram um conhecimento naquela comunidade”, explica Flávia Goldenberg Vice-Presidente de Relações Institucionais da Associação de Marketing Promocional (AMPRO), em entrevista ao portal.

Eventos precisam gerar legado e minimizar impactos sociais
As empresas, normalmente, focam a sustentabilidade em ações de diminuição de impacto ambiental, como a reciclagem e o descarte correto dos resíduos após eventos. Os impactos sociais, no entanto, não são prioridades no planejamento e causam grandes transtornos para os cidadãos. Como lembra o Diretor de Sustentabilidade do Ibev, em 2010, a Igreja Universal convocou a população para participar de um culto na Enseada de Botafogo, com a previsão de 100 mil pessoas, entretanto, compareceram um milhão. O evento causou uma desordem no trânsito de toda a Zona Sul do Rio de Janeiro durante horas e não havia também transportes e banheiros para atender a todos os presentes.
Os impactos devem ser previstos antes da realização dos eventos para não gerarem tumultos. As Olimpíadas 2016, no Rio de Janeiro, receberam grande apoio da população para serem sediadas no país, no entanto, quando começaram a construir a estrutura para receber o evento e desapropriaram casas por preços mais baixos que os valores dos imóveis, houve reclamação das mesmas pessoas que vibraram com a escolha da cidade como sede.

É necessário que os eventos tragam benefícios para os moradores da região antes, durante e depois da realização. Os organizadores devem se perguntar: a Vila Olímpica servirá a população? As estruturas montadas serão voltadas para o acesso de qualquer pessoa? As tendas utilizadas no Fórum Global Mundial ECO 92, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, por exemplo, foram transformadas em Lonas Culturais depois do evento.

Por iniciativa da Secretaria de Cultura, a estrutura serviu ao propósito de levar atividades culturais a preços populares para regiões da cidade com baixo IDH e sem equipamentos culturais, tornado-as pontos de entretenimento para a população. “Sustentabilidade pressupõe acessibilidade, inclusão e um legado. O Festival de Inverno de Campos do Jordão é lembrado por várias marcas durante a alta temporada, mas nenhuma se preocupa em deixar uma herança social ou gerar um efeito positivo para os moradores da cidade no resto do ano”, expõe Flávia.

Investimentos a longo prazo e mudança de comportamento
Além dos impactos ambientais e sociais, as empresas precisam ficar atentas aos econômicos, que não são apenas o retorno financeiro do evento, mas todos os investimentos feitos para trazer progresso ao espaço utilizado. Os organizadores necessitam compreender os gastos de uma produção mais sustentável para perceber que a opção aparentemente mais cara é também a mais rentável.

“Nos eventos que ajudamos a organizar, sugerimos que as empresas usem produtos biodegradáveis na limpeza. Elas alegam que o material é muito mais custoso, mas, na verdade, o produto sai até mais barato. Acontece que, na comparação de um litro de ambos, o biodegradável é mais caro, por outro lado a diluição dele é bem maior que um desinfetante comum, com concentração de um para 500 litros de água, o que acaba sendo compensador”, diz o Diretor de Sustentabilidade da IBEV.

Os orçamentos dos eventos saem em média 10% a 15% mais caros que os comuns, segundo a agência ConceitoEco. Alimentos orgânicos, tecidos de material PET e banners de algodão ainda custam mais que as alteranativas tradicionais, mas é necessário enxergar a sustentabilidade como um processo de maturidade, dentro das condições operacionais e financeira de cada corporação.

Começar com pequenas ações
Atualmente, as empresas recebem do IBEV uma certificação de sustentabilidade de acordo com as realizações prometidas e cumpridas pela companhia durante o evento. São divididas em cinco níveis, que buscam estimular as empresas a refletirem sobre como diminuir os seus impactos com uma certificação mínima até uma de excelência na estratégia.

“A certificação funciona de forma que as empresas se propõem a fazer determinadas coisas, como utilizar 90% da iluminação do evento com lâmpadas LED e com isso reduzir ‘x’ de consumo de energia, usar o ar condicionado com um termostato que quando a sala estiver vazia desliga sozinho, sensores de presença para as luzes e assim por diante”, exemplifica Freitas.

A realização de pequenas mudanças na produção pode trazer diferenças para a imagem e postura da empresa. O uso de equipamentos de segurança para a equipe de montagem, o oferecimento de alimentos orgânicos e a acessibilidade dos portadores de deficiências físicas são exemplos de medidas práticas e sustentáveis.

“Antes de ser executado, o evento tem de ser raciocinado de forma sustentável no seu planejamento estratégico, desde a ambientação, que inclui locais que possam utilizar o máximo de luz natural para economizar energia elétrica, até a consideração que existem pessoas que não comem carne. O espaço também deve ter uma ampla disponibilidade de transportes públicos”, alega Ana Paula Caribé, Diretora da agência Conceito Eco, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Falsas compensações para a natureza


A execução de medidas sustentáveis em eventos, por vezes, tem perdido o seu real foco, que é a diminuição dos impactos causados, por uma regra de compensações de emissões de carbono na atmosfera sugerida pela Unesco. A iniciativa é válida em alguns casos, entretanto, muitas companhias deixam de se preocupar com os danos que podem acarretar a uma comunidade para calcular o quanto emitiram de dióxido de carbono (CO2) e fazerem uma margem de compensação.

O ressarcimento pode ser feito plantando árvores. O processo é demorado e gerará retorno depois de 15 a 20 anos, além de não ser garantido que o plantio dê certo. Outro meio é a compra de créditos de carbono na Bolsa de Valores, gerados por medidas que transformaram CO2 em oxigênio puro. Estes caminhos não tornam o evento mais sustentável, mas maquiam uma possível falta de maturidade da empresa em lidar com os seus problemas.

“Uma indústria não pode despejar resíduos químicos no mar e nos rios e depois compensar com a plantação de árvores. Os impactos sociais que a empresa pode causar não têm como serem indenizados. Se não foram previstos equipamentos para a participação de pessoas deficientes, como uma rampa de acesso ao palco, e o palestrante é uma cadeirante, o constrangimento da pessoa e do público será irreparável. Aconselhamos as empresas a pensarem primeiro na redução e não na compensação, que apenas atinge o meio ambiente e a sustentabilidade é um tripé”, finaliza o Diretor de Sustentabilidade da Ibev.

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 06/02/2012

Eventos crescem no Brasil e se profissionalizam.

Filed Under (Sem categoria) by admin on 26-01-2012

O número de eventos realizados pelas empresas no Brasil em 2011 cresceu 43%. É o que indica a pesquisa “O Impacto Econômico dos Eventos”, encomendada pelo Instituto Alatur, em parceria com o capítulo brasileiro da Meeting Professionals International (MPI). Além da expansão, o levantamento aponta para uma maior profissionalização do setor, com mais investimento em tecnologia e ferramentas para medir o desempenho. O índice superou o resultado alcançado em 2010, quando a expansão foi de 41% em relação ao ano anterior. O estudo aponta ainda que, no período, foram gastos, em média, R$ 2,4 milhões por empresa.

Entre as informações apuradas, um dos destaques é o aumento no investimento em eventos próprios, como convenções, lançamentos de produtos e patrocínios de shows. “As empresas investiam em eventos de terceiros, como participação em feiras. Agora perceberam que o retorno em conhecimento que trazem para os colaboradores é muito maior quando os eventos são realizados internamente, com a própria equipe”, diz Alberto Moane em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outra mudança que vem se desenhando há um tempo e parece caminhar para a consolidação no país é o aumento na quantidade de eventos verdes. De acordo com o estudo, 97% dos pesquisados acreditam que as iniciativas sustentáveis devem aumentar no Brasil e 74% já utilizam materiais naturais para organização das ações.

Eventos verdes
O levantamento realizado pela Fran6 Análise de Mercado com gestores de eventos de 75 empresas, com média de 13 mil colaboradores e listadas entre as 1.000 maiores e melhores do país, mostra também que 41% das companhias já realizam eventos verdes e 25% conversam sobre o tema.

“As grandes empresas têm essa preocupação e estão aplicando o conceito aos eventos. Mas senti uma grande mudança no ano passado. Normalmente, as pessoas pensam que eventos verdes ficam mais caros e, dependendo da situação, acabam até sendo mais baratos. A sustentabilidade com certeza é algo que vem muito forte em 2012”, acredita Moane.

Outra característica que vem se mostrando mais presente é a capacidade que os gestores têm tido de mensurar com mais facilidade os resultados dos eventos, o que no passado era um verdadeiro desafio. As ações estão cada vez mais planejadas: 89% das empresas possuem diretrizes para busca de savings e 26% já utilizam o sistema Return On Investiments (ROI) para eventos corporativos como um todo.

Aumenta o planejamento
Em 74% das companhias, os eventos são organizados a partir dos setores de Marketing, comunicação, viagens ou o próprio departamento de eventos. O setor de compras, no entanto, colabora no processo em 57% das empresas pesquisadas, com o poder de decisão em apenas 6%.

Em relação ao número de eventos, cada companhia realiza anualmente, em média, 18 de pequeno porte (com 10 a 50 pessoas), 19 de médio porte (51 a 250 pessoas) e 12 grandes eventos (250 pessoas ou mais). Exposições, salões e stand em feiras lideram o ranking, com 42%, seguidos por confraternizações (40%) e treinamentos/workshops (33%).

As empresas também vêm aumentando o investimento em tecnologia. Atualmente, 65% já utilizam novas ferramentas para reuniões e eventos e realizam treinamentos para utilização das mesmas (57%), como promoção de reuniões virtuais/híbridas (71%), sistema de telepresença (55%), avaliação do ROI das mídias sociais (29%) e uso do holograma nas reuniões (14%).

O nível de planejamento também vem expandindo, mas ainda está longe do desejável. “Aqui no Brasil, os eventos se realizam com pouca antecedência, uma média de três meses. Mas isso tem melhorado, antigamente era muito mais rápido. Houve um crescimento entre 2009 e 2011 e a tendência é que os dias de planejamento aumentem. O ideal seriam seis meses”, ressalta Moane.

Fonte: Mundo Mkt

Copa Brasil de Freestyle Motocross 2012

Filed Under (Sem categoria) by admin on 18-01-2012

A Copa Brasil de Motocross Freestyle, considerada uma das maiores competições nacionais da modalidade, foi realizada neste último final de semana, dias 14 e 15 de janeiro, no Rio de Janeiro. A disputa consiste em realizar os melhores saltos e as melhores acrobacias, ou seja, não é simplesmente uma corrida, onde vence quem chega primeiro, é preciso se arriscar mais e colocar a adrenalina a toda prova. Para executar essas manobras de tirar o fôlego, os pilotos têm que estar em total harmonia com as motos e possuir uma técnica muito apurada.

Durante o evento, a Promova Ideias realizou ações para à ativação da marca Ipiranga junto ao público. Estas ações foram de distribuição de brindes à produtos da Ipiranga, proporcionando uma interação sensacional entre a Ipiranga, o público e o esporte.

No Best Whip Ipiranga, realizado no dia 14, a vitória foi conquistada pelo Henrique Balestrin, o Zóio, com Cyro Oliveira ficando em segundo.

Na final realizada no domingo, dia 15, os seis melhores pilotos da classificatória, Gilmar Flores, (“Joaninha”), Wiley Fullmer, Henrique Balestrini (“Zoio”), Fred Kyrillos, Marcelo Simões e Jeff Campacci, se esforçaram muito com manobras radicais e extremamente bem executadas para conseguir os pontos necessários para vencer.

O resultado final sacramentou Gilmar Flores, o Joaninha como HEXACAMPEÃO da Copa Brasil de Freestyle Motocross, deixando o americano Wiley Fullmer em segundo e em terceiro, a revelação de 18 anos de idade, Henrique Balestrini, o “Zoio”.

Parabéns Joaninha pelo título!

Link com o vídeo gravado pelo Globo e editado pela Promova com as manobras do Joaninha:

http://promovabr.com/video_ipiranga.avi

Promoview lançará anuário de marketing promocional.

Filed Under (Sem categoria) by admin on 10-01-2012

Promoview, site especializado em marketing promocional, referência para as agências, fornecedores e grandes marcas, que fazem dele sua leitura diária para atualização sobre o mercado, lançará o “Anuário Brasileiro de Marketing Promocional“.

O formato de participação será apresentado em 16/01. Inédito, fará a convergência do conteúdo da edição impressa com o que será publicado no Promoview ao longo do ano, com amplificação pelas redes sociais, blogs e sites das agências participantes.

O anúncio foi feito por Julio Feijó Neto, C.E.O do Promoview, por meio de livestreaming acompanhado por cerca de duzentas agências em todo o Brasil na manhã desta segunda, 09/01.

A publicação terá uma tiragem inicial de duas mil unidades e será distribuída para as áreas de compras, marketing e trade marketing das principais empresas contratantes deste serviço e bibliotecas das universidades brasileiras, além de versões digitais em todas as plataformas.

O mercado do marketing promocional está em crescente a cada ano que passa e, em função disso, se faz necessário uma publicação que atenda a essa demanda, propiciando aos contratantes destes serviços em todo o País um estudo completo sobre esta disciplina tão utilizada para ativação de marcas, produtos e serviços.

“Apesar de vivermos na era da informação digitalizada, a nossa pesquisa realizada em 2011 apontou para a importância de um documento impresso, pois identificamos que o mercado dedica respeito e considera solene a publicação de um livro. A criação e produção promocional precisam de reconhecimento definitivo da atividade pelo mercado contratante e entendemos que é nossa tarefa editar este primeiro livro para que todos dêem mais um passo nesta direção”.
Julio Feijó Neto, diretor do Promoview

O Anuário Brasileiro de Marketing Promocional buscará contemplar e reconhecer todos os agentes envolvidos na criação e produção de ações promocionais e eventos corporativos, com destaque para agências, executivos, diretores, produtores e criativos que atuam profissionalmente neste setor.

Os cases apresentados serão ilustrados com imagens que retratam as mais diferentes situações do mercado promocional, mostrando a importância deste trabalho para ativação de marca.

Além do qualificado conteúdo editorial e do apurado padrão visual, um de nossos objetivos é apresentar a qualidade da produção brasileira do marketing promocional consolidando mercados e ampliando os espaços para as agências de Norte a Sul do País.

O anuário tem curadoria de Tony Coelho e coordenação comercial de Sabrina Moreira, promoview@promoview.com.br

O formato de participação, inédito, fará a convergência do conteúdo impresso com o que será publicado nos sites e blogs das agências promocionais ao longo do ano e será apresentado em 16/01/2012.

Fonte: Promoview.

MARKETING DE GUERRILHA EM TODOS OS LUGARES.

Filed Under (Sem categoria) by admin on 04-01-2012

Diariamente estamos sujeitos a 3000 anúncios ou mensagens publicitárias, que não desejamos nos submeter a elas, mas não tem jeito, elas estão sempre ali, no ônibus, no metrô, nas ruas, nas revistas, na televisão, etc. etc. etc. São as propagandas tradicionais e que todos nós estamos sujeitos. Queira ou não queira. Já se inventaram de tudo para divulgação de uma propaganda.

E é exatamente neste ponto, quando nós consumidores, já estamos fartos de tantos anúncios, que o Marketing de Guerrilha esbanja ação. São estratégias que fogem do tradicional e você nem imagina que está sofrendo uma influência de marketing. Os guerrilheiros do marketing montam estratégias, normalmente feitas na rua, cujo principal objetivo é atrair mídia espontânea e estar na mente das pessoas, tipo: O que foi que eu vi? Normalmente são estratégias de baixo investimento e com alto impacto.

Em 1929 Edward Louis Bernays, sobrinho de Freud e um respeitado Relações Públicas, criou a primeira ação de Marketing de Guerrilha de que se tem notícia: Passou a seguinte DICA super quente para a imprensa – Haverá uma manifestação feminista e durante a manifestação iam acender a tocha da liberdade. Quando todos os fotógrafos chegaram, cada feminista, todas modelos contratadas, acederam um LUCK STRIKE e fumaram na frente dos fotógrafos. Lembre-se que em 1929 as mulheres NÃO fumavam em público.

O grande segredo do Marketing de Guerrilha é que a ação não pode parecer propaganda e deve surpreender, intrigar e deixar o espectador pensando: será que isso está acontecendo?

Quem não se lembra de uma cadeia de hotéis, anunciando que selecionaria pessoas estressadas para destruírem um de seus hotéis? Esta notícia apareceu em mais de 50 países, veja bem, notícia nos telejornais. Isto não passou de uma estratégia de Marketing de Guerrilha, gerou mídia espontânea e propaganda gratuita, pois a marca do hotel apareceu nas principais emissoras de televisão do mundo em formato de notícia e não de propaganda.

Embora um pouco condenado pela ética, a emboscada é uma outra forma de Marketing de Guerrilha. Trata-se de aproveitar-se de uma situação onde tenha vários meios de comunicação e promover uma marca. Na copa de 2004 durante a transmissão de uma partida do Brasil, um torcedor abriu uma faixa com a marca COC, no momento em que filmavam a torcida. Uma transmissão ao vivo para mais de 100 países e não havendo maneira de edição. Quem não se lembra do desabamento da obra do Metrô em São Paulo e apareceram várias modelos distribuindo RED BULL para as pessoas que estavam trabalhando no resgate de vítimas. Isso é emboscada, os meios de comunicação não esperam que aconteça e quando acontece já foi transmitido em rede nacional.

O Marketing Invisível é uma outra forma de divulgação de marca ou produto, onde o consumidor nem imagina que está sofrendo a ação de uma propaganda. Pode ser aquela bela garota que flerta com você em um bar na balada e pede seu telefone e e-mail, em seguida saca o BLACKBERRY da bolsa e anota. Em seguida faz comentários sobre seu novo aparelho. Com certeza você irá comentar com seus amigos sobre o acontecido e não deixará de citar o BLACKBERRY da garota. Pronto, a ação invisível transformou-se em um perfeito Marketing Viral, cujo objetivo é a propagação boca-a-boca.

Fonte: Blog do João
Marco Antonio Meira (Administrador, especialista em Marketing e Vendas)
Autor dos livros: Técnicas e Habilidade em Vendas e Negociação e AS 5 CHAVES para uma propaganda de sucesso.

Previsões para o marketing e novas mídias em 2012.

Filed Under (Sem categoria) by admin on 02-01-2012

A Awareness Networks publicou um relatório com insights e prognósticos vindos de 34 líderes de negócios e especialistas em marketing para criar uma lista de algumas das principais previsões e tendências para 2012. Este white paper contém inteligência coletiva e referências sobre o que está por vir no próximo ano.

Alguns dos temas abordados no relatório são:

Big Data:

Nenhuma organização, não importa o tamanho, sob a perspectiva da colaboração de processos e inovação, está pronta para a grande quantidade de dados hoje gerados. Se tratando de marketing, os insights geralmente ainda são conduzidos por gerentes de comunidades. As empresas terão de centralizar o BI para alimentar todos os aspectos do negócio – marketing, produto, inovação e serviço ao cliente. Só então a Inteligência empresarial (BI) poderá ajudar empresas a transformarem-se em verdadeiras organizações conectadas.

Migração do monitoramento para a inteligência:

É crescente a necessidade de capturar dados e transformar informações em insights acionáveis e mensuráveis de forma mais efetiva.

Sobre a importância do mobile marketing:

As empresas precisam entender se e como seus clientes usam dispositivos móveis, em seguida, fornecer uma experiência holística que não mude enquanto usuários navegam em websites e aplicações móveis.

Os desafios que enfrentam os profissionais de marketing em 2012:

Reconhecer que são parte do problema. Hoje, muito do que vemos ainda é o marketing tradicional disfarçado de mídia social. É ainda um-para-muitos e, por padrão, criam um silo de marketing em suas organizações, impedindo operações recíprocas. Os profissionais de marketing precisam conectar toda a organização e colocar todos para trabalhar de forma alinhada.

Sessão de gala do Cine Vivo em Paranavaí/PR.

Filed Under (Sem categoria) by admin on 13-12-2011

Foi realizado no último final de semana em Paranavaí/PR, mais uma edição do Cine Vivo 2011, organizado e produzido pela Promova Ideias.

Mais uma vez o evento foi um sucesso e o objetivo de incentivar a cultura proposto pela Vivo foi atingido. Estiveram presentes aproximadamente 100 pessoas, que puderam desfrutar em uma noite muito agradável de uma bela sessão de cinema ao ar livre e o melhor de tudo, gratuitamente.

A próxima e última edição do Cine Vivo 2011 acontecerá no próximo de final de semana em Pomerode/SC e com certeza tem tudo para ser mais uma exibição de gala.

Para visualizar os talentos de Paranavaí, basta acessar o canal do Cine Vivo no Youtube: www.youtube.com/cinevivo2011